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Há pouco, no Brasil, a alimentação caseira passou a ganhar força e, com isso, gerou muitas dúvidas e questionamentos sobre se a ração pode mesmo fazer bem (ou mal) para os animais de estimação. O uso de ração é corriqueiro na criação de grandes animais que necessitam de uma boa nutrição para ter um desempenho satisfatório, mas como nossos cães não são animais de produção, é um tanto quanto difícil conseguir medir o que um ou outro tipo de dieta pode fazer por eles.

A ração surgiu como uma alternativa prática para os tutores alimentarem seus animais com a certeza de que estariam recebendo uma nutrição adequada e de qualidade. As rações super premium, consideradas superiores, costumam usar ingredientes selecionados e evitam trabalhar com subprodutos inferiores e, por isso, são as mais indicadas.

No meio do caminho, estão as rações consideradas premium, que também contam com ingredientes de qualidade, mas que podem ter, em alguns casos, níveis mais baixos (ou mais altos) de gordura, carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais.

Os alimentos considerados standard variam muito em termos de qualidade. Normalmente, neles vão os subprodutos não aceitos nas outras duas categorias. Em alguns casos, eles podem até ser ricos nutricionalmente, mas em grande parte requerem suplementação (algo que acaba gerando mais gastos e que deve ser feito sob a orientação de um médico veterinário).

As rações são boas alternativas para alimentarmos nossos cães, mas é bem importante saber fazer a escolha corretamente. Muitas vezes, o produto que é mais em conta pode não ser um bom investimento em termos de saúde para o seu animal. Alguns profissionais acreditam que a nutrição é a base para uma boa saúde e, por isso, é preciso escolhermos o que será melhor para o pet ao longo dos anos.

Cães que são adequadamente nutridos desde a gestação tendem a ter uma imunidade melhor, ficam menos doentes e se mostram mais ativos e dispostos do que aqueles que recebem uma alimentação desbalanceada ou inadequada em alguma fase da vida.